Quando uma campanha de marketing de influência não entrega os resultados esperados, a culpa quase sempre recai sobre o creator. Baixo engajamento, pouca conversão ou impacto limitado costumam ser associados à escolha do perfil. No entanto, na maioria dos casos, o problema não está no creator, mas na estratégia por trás da campanha.
Creators são canais de comunicação. A estratégia é o que define como esse canal será usado, com qual objetivo e em qual momento da jornada do consumidor. Sem esse direcionamento, até creators altamente relevantes podem parecer ineficientes.
Por que boas campanhas falham mesmo com bons creators
A falha estratégica geralmente acontece quando decisões são tomadas com base apenas em métricas superficiais ou tendências do momento.
Alguns erros comuns incluem:
- Escolher creators apenas pelo número de seguidores
- Não alinhar expectativas de resultado com o objetivo da campanha
- Ignorar o contexto do conteúdo e da audiência
- Aplicar o mesmo briefing para perfis com linguagens diferentes
- Avaliar conversão em campanhas pensadas para reconhecimento de marca
Nesses casos, o creator executa corretamente o conteúdo, mas dentro de uma estratégia mal construída.
Creator não é solução, é meio
Creators não substituem planejamento. Eles potencializam uma mensagem quando existe clareza estratégica.
Antes de selecionar um creator, marcas precisam definir:
- Qual é o objetivo principal da campanha
- Em qual etapa da jornada o público está
- Qual mensagem precisa ser reforçada
- Quais formatos fazem sentido para esse objetivo
Sem essas respostas, a escolha do creator se torna uma aposta, não uma decisão estratégica.
Quando a estratégia é bem definida, o creator entrega resultado
Campanhas que performam bem costumam apresentar:
- Objetivos claros desde o início
- Escolha de creators alinhados ao posicionamento da marca
- Briefings personalizados e bem direcionados
- Expectativas realistas de desempenho
- Análise de dados antes, durante e após a campanha
Quando esses elementos estão alinhados, o creator deixa de ser um risco e passa a ser um ativo estratégico.
Estratégia exige análise, não achismo
Dados isolados não contam toda a história. Estratégia exige leitura de contexto, comportamento da audiência e histórico de performance.
Na Air, a curadoria de creators combina tecnologia, dados e inteligência humana para transformar números em decisões estratégicas e campanhas em resultados reais.
Porque no marketing de influência, o problema raramente é o creator.
É a estratégia por trás da escolha.
FAQ – Perguntas frequentes sobre estratégia no marketing de influência
O que significa dizer que o problema não é o creator, e sim a estratégia?
Significa que campanhas mal planejadas podem falhar mesmo com creators qualificados. A falta de objetivos claros e direcionamento estratégico compromete os resultados.
Um creator com muitos seguidores garante bons resultados?
Não. O número de seguidores não garante impacto real. Engajamento, afinidade com a marca e contexto de conteúdo são fatores mais importantes.
Por que campanhas com bons creators podem não converter?
Porque conversão depende de estratégia, jornada do consumidor, formato correto e expectativa alinhada ao objetivo da campanha.
Como definir a estratégia antes de escolher um creator?
É necessário entender o objetivo da campanha, o público-alvo, a mensagem principal e quais formatos de conteúdo fazem sentido para aquele contexto.
O briefing influencia no resultado da campanha?
Sim. Briefings genéricos reduzem o potencial do creator. Briefings claros e personalizados aumentam a naturalidade e a performance do conteúdo.
Como evitar erros estratégicos no marketing de influência?
Utilizando dados com contexto, análise de histórico, curadoria especializada e definição clara de objetivos antes de escolher creators.
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